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Transformador de distribuição · comutador sem tensão

Cálculo de TAP de transformador

Determina a posição correta do comutador a partir da tensão medida em campo — considerando o TAP em que o transformador já está. Roda offline, entrega o relatório em PDF.

O problema

A reclamação chega como "tensão baixa no cliente". Você mede o secundário, encontra 180 V onde deveria haver 220 V, e precisa decidir para qual derivação levar o comutador. Errar a posição significa nova viagem, nova desenergização e nova janela de manutenção.

O cálculo em si é curto. O que costuma dar errado é a premissa.

O erro que quase toda planilha comete

A fórmula que circula em planilha calcula a derivação ideal assim:

TAPideal = Vprimário nominal × ( Vmedida / Vdesejada )

Ela só está certa se o comutador estiver na posição nominal no momento da medição. Se o transformador já foi comutado antes — e em rede antiga isso é a regra, não a exceção — a relação de transformação real não é a nominal, e o resultado sai deslocado.

Consequência prática: a planilha aponta uma posição, o eletricista comuta, reenergiza, e a tensão continua fora. O erro não aparece no papel — aparece na segunda visita.

O método correto

O passo que falta é deduzir a tensão que realmente existe no primário, usando a relação da derivação em que o transformador está agora:

Vprimário real = Vmedida × ( TAPem serviço / Vsecundário nominal ) A tensão de placa do secundário define a relação de cada derivação.

Com o primário real conhecido, a tensão resultante de qualquer derivação é direta:

Vsecundário(T) = Vprimário real × ( Vsecundário nominal / T ) T é a tensão da derivação avaliada.

A calculadora resolve isso para todas as posições do comutador de uma vez, ordena por proximidade do alvo e mostra o desvio percentual de cada uma. Quando o comutador está na posição nominal, o resultado coincide com o da planilha tradicional — a diferença aparece justamente nos casos em que a planilha erra.

Exemplo resolvido

Transformador 13.800/220 V, comutador na posição nominal, secundário medido em 180 V:

Secundário nominal (placa)220 V
TAP em serviço13.800 V
Secundário medido180,0 V
Tensão primária real deduzida11.291 V
TAP recomendado11.400 V
Secundário estimado217,9 V
Desvio do alvo−0,96 %

Se você adotar uma faixa de referência — os limites que a sua norma ou a sua concessionária define —, a ferramenta enquadra o secundário estimado nela. Sem faixa informada, ela mostra só o TAP recomendado e o desvio; não traz limites prontos nem decide por você.

O que a licença inclui

Arquivo únicoUm HTML que abre com duplo clique. Sem instalação, sem conta, sem internet.
Séries de derivaçãoPresets para 13,8 · 23,1 · 34,5 kV, e lista personalizada para qualquer comutador.
Faixa de referência que você adotaInforme os limites que a sua norma ou concessionária define, e o secundário estimado é enquadrado neles. Sem faixa, sem classificação.
Relatório em PDFMemória de cálculo com todas as posições, pronta para anexar ao serviço.
Licença nominalEmitida no seu e-mail, com número de série. Vitalícia, sem renovação obrigatória.
AtualizaçõesRevisões de critério normativo por 24 meses, enviadas no mesmo e-mail da compra.
Licença individual
R$ 47
Pagamento único · arquivo vitalício
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Entrega por e-mail em até 24 h. Garantia de 7 dias prevista no Código de Defesa do Consumidor.

Perguntas frequentes

Preciso de internet para usar?

Não. O arquivo é autocontido — abre no navegador direto do seu computador, inclusive em campo sem sinal.

Funciona em celular?

Sim. Abre em qualquer navegador moderno, e o layout se ajusta à tela do telefone.

Serve para comutador sob carga (OLTC)?

O cálculo da relação é o mesmo. A ferramenta foi pensada para o comutador sem tensão de transformador de distribuição, onde a decisão é manual e pontual.

Posso usar em mais de um computador?

Pode. A licença é do profissional, não da máquina — use no notebook do escritório e no da caminhonete.

E se eu perder o arquivo?

Peça a reemissão pelo mesmo e-mail da compra. O registro fica com a série da sua licença.

Segurança: o comutador de derivações sem tensão só pode ser operado com o transformador desenergizado, seccionado e aterrado dos dois lados. A ferramenta calcula a posição — a manobra segue o procedimento da concessionária e a NR-10.